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Nosso credo

As afirmações que se seguem, especificam claramente a posição do nosso ensino quanto às principais Doutrinas Bíblicas e que, portanto, providenciam as bases dos ensinamentos do www.pregacaoexpositiva.com.br. Esta declaração de fé oferece também um modelo e escudo protetor que visa preservar aos internautas e nossos alunos, contra desvios teológicos. A base do nosso Credo e Ensino são a Bíblia Sagrada e as doutrinas cridas e postuladas pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus no Brasil.

A Bíblia

Nós ensinamos que as Sagradas Escrituras são a revelação escrita de Deus para o homem e assim, os sessenta e seis livros da Bíblia que nos foi dado pelo Espírito Santo, constituem a plena Palavra de Deus ( I CO 2.7-14; II Pe 1.20,21).

Ensinamos que a Bíblia é verbalmente inspirada em cada palavra (II Tm 3.16) e absolutamente inerrante e inspirada e infalível. Ensinamos que a interpretação das Escrituras deve ser feita sob ótica literal, gramática-histórica, com exceção dos trechos que clara e irrefutavelmente indicam ser simbólicos. Ensinamos que a Bíblia constitui a única regra infalível de fé e prática (Mateus 5.18; 24,35; JO 10.35; 16.12,13; 17.17; I CO 2.13; II Tm 3.15-17; Hb 4.12: II Pe 1.20,21).

Ensinamos que Deus falou em Sua Palavra escrita por um processo de dupla autoria. O Espírito Santo deste modo inspirou e supervisionou os autores humanos que, apesar de suas personalidades individuais e estilos diferentes de escrita, compuseram e registraram a Palavra de Deus para o homem (II Pe 1.20,21), sem erros na sua totalidade ou até mesmo parciais (Mt 5.18; II Tm 3.16).

Ensinamos que, apesar da possibilidade de se haver muitas aplicações sobre um determinado texto das Escrituras, há, contudo, uma única e verdadeira interpretação, a “Hermenêutica de Deus” e este significado singular das Escrituras é encontrado à medida que alguém se aplica no método de interpretação literal (gramática-histórica) sob a iluminação do Espírito Santo (Jo 7.17; 16.12-15; I Co 2.7-15; I Jo 2.20), cuidando de explicar corretamente qualquer linguagem figurativa ou retórica. É responsabilidade do crente descobrir qual é o significado e a verdade pretendida pelas Escrituras, reconhecendo que qualquer que for a “descoberta”, esta deve ser idêntica a todos os homens, de todas as gerações ou de qualquer contexto cultural, econômico, social, educacional, etc.

Deus

Nós ensinamos que há um só Deus vivo e verdadeiro (Dt 6.4; Is 45.5-7; I Co 8.4), um Ser Infinito e Conhecedor de todas as coisas. Perfeito em todos os seus atributos; Um em essência, mas eternamente existente em três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 28.19; II Co 13.14), cada um merecedor igualmente de adoração e obediência.

Deus Pai

Nós ensinamos que Deus Pai, a primeira pessoa da Trindade, ordena e dispõe todas as coisas de acordo com o seu propósito e graça (Sl 145. 8-9: I Co 8.6). Ele é o Criador de todas as coisas (Gn 1.1-31; Ef 3.9). Como o Único, o Absoluto e Onipotente Regeenter do universo, Ele é Soberano na criação, na providência e redenção (Sl 103.19; Rm 11.36). Ele continuamente sustenta, dirige e governa todas as criaturas e eventos (I Cro 29.11). Em sua Soberania Ele não é, contudo, o autor do pecado (Hb 1.13; Jo 8.38-47), nem deixará de exigir a contabilidade moral das criaturas inteligentes (I Pe 1.17). Ele salva do pecado todo aquele que vai a Ele através de Jesus Cristo, que tornam-se seus filhos através da fé em Jesus. (I Jo 1.12; Rm 8.15; Gl 4.5; Hb 12.5-9).

Deus Filho

Nós ensinamos que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Trindade, possui todas as prerrogativas divinas, sendo Co-igual, Consubstancial e Co-Eterno com o Pai (Jo 14.9). Nós ensinamos que o Deus Pai criou os Céus e a terra e tudo o que neles há, de acordo com a Sua vontade, através de Seu Filho, Jesus Cristo, por quem todas as coisas continuam a existir e a operar (Jô 1.3; Cl 1.15,17; Hb 1.2).

Ensinamos que na encarnação Deus tornou-se homem. Ele colocou de lado todas as prerrogativas da sua Deidade, tomando a forma de servo, mas sem deixar de possuir, em Sua vida terrena, a totalidade da essência Divina. Isto é, Ele não perdeu nada, em grau ou substância, a plenitude da divindade, ao deixar de usar os atributos inerentes a Ele como Deus, pois Ele é Deus Eterno (Is 9.6), e a qualidade do eterno é inextinguível. Na encarnação, a segunda pessoa eternamente existente da Trindade, incorporou todas as características da humanidade e tornou-se Deus-homem (Fp 2.5-8; Cl 2.4).

Ensinamos, portanto, que Jesus Cristo representa a Humanidade e a Divindade em uma unidade indivisível (Mq 5.2; Jo 5.23; Cl 2.9). Nós ensinamos que o Senhor Jesus Cristo nasceu de uma virgem (Is 7.14; Mt 1.23; Lc 1.26-35), que foi o Deus encarnado (Jo 1.1,14) e que o propósito da encarnação foi revelar Deus (Jo 1.18; 14.9,10), redimir o homem e governar sobre o Reino de Deus (Sl 2.7-9; Is 9.6; Jo 1.29; Fl 2.9-11; Hb 7.25,26; I Pe 1.18,19).

Ensinamos que o ministério terreno efetuado por Jesus, foi executado sob a unção do Espírito Santo: “Pois o Espírito do Senhor é sobre mim, porque Ele tem me ungido para pregar o Evangelho aos pobres, Ele tem me enviado para curar os quebrantados de coração, para pregar libertação aos cativos, dar vista aos cegos e colocar em liberdade os que estão presos” (Lc 4.18). “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem, e curando a todos os oprimidos do Diabo, porque Deus era com Ele” (Atos 10.38).

Ensinamos que o Senhor Jesus Cristo efetuou nossa redenção através do sangue derramado na sua morte sacrificial sobre a cruz; e que esta morte foi voluntária, vicária, propiciatória e redentiva (Jo 10.15; Rm 3.24,25; 5.8; I Pe 2.24). Ele viveu uma vida irrepreensível, totalmente sem pecado, a qual satisfez plenamente a justiça de Deus. Ensinamos que baseados na eficácia da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, o pecador crente é livre da punição, da penalidade e do poder do pecado; sendo declarado justo, possuidor da vida eterna e adotado na família de Deus (Rm 3.25; 5.8,9; II Co 5.14,15; I Pe 2.24; 3.18) .Ensinamos que a nossa justificação foi garantida por sua literal ressurreição física da morte e que está agora assentado do lado direto do Pai, de onde intercede por nós como nosso Advogado e Sumo Sacerdote (Mt 28.6; lc 24.38-39; At 2.30,31; Rm 4.25; 8.34; I Tm 2.5; Hb 7.25; 9.24; I Jo 2.1) .

Ensinamos que a ressurreição de Jesus Cristo foi mais uma confirmação da sua Deidade e através dele Deus deu provas de que havia aceitado a obra expiatória de Jesus na cruz. Sendo que a ressurreição corporal de Jesus é também uma garantia da ressurreição futura de todos os crentes (Jo 5.26-29; 14.19; Rm 1.4; 4.25; 6.5-10; I Co 15.20,23).

Ensinamos que Jesus retornará para arrebatar a Igreja e que posteriormente implantará seu reino Milenar sobre a terra (At 1.9-11; I Ts 4.13-18; Ap 20).Ensinamos que o Senhor Jesus Cristo é Aquele pelo qual Deus julgará a humanidade (Jo 5.22,23).

Deus, Espírito Santo

Ensinamos que o Espírito Santo é uma pessoa Divina, eterna, infinita, possuindo todos os atributos de uma personalidade da Deidade, incluindo intelecto (I Co 2.10,13), emoção (Ez 4.30), vontade (I Co 12.11); eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onisciência (Is 40.13,14); onipotência (Rm 15.13); e verdade (Jo 16.13). Em todos os divinos atributos, Ele é Co-igual e Consubstancial com o Pai e o Filho (Mt 28.25,26; I Co 12.4-6; 2Co 13.14; Hb 10.15-17), que Ele é Deus (At 5.3,4).

Ensinamos que um trabalho singular do Espírito Santo começou no Pentecostes, quando Ele veio do Pai como uma promessa de Cristo (Jo 14.16,17; 15.26) para iniciar e completar a edificação do Corpo de Cristo (I Co 12.13). O campo de ação da Sua divina atividade inclui convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo; glorificar o Senhor Jesus Cristo e transformar os crentes à imagem do Filho de Deus (Jo 16.7-9; At 1.5; 2.4; Rm 8.29; II Co 3.18; Ef 2.22).

Ensinamos que o Espírito Santo é uma pessoa sobrenatural e soberana, na regeneração, batizando todos os crentes no corpo de Cristo (I Co 12.13). O Espírito Santo também é Aquele que santifica, instrui, dirige e os enche de poder para o serviço; e sela os crentes para o dia da redenção (Rm 8.9; II Co 3.6; Ef 1.13). Ensinamos que o Espírito Santo é o Instrutor Divino, que guiou, os apóstolos e profetas em toda a verdade quando eles estavam escrevendo a revelação de Deus, a Bíblia. Cada crente possuí em seu ser, a presença do Espírito Santo desde o momento da salvação, e que é obrigação de todo nascido de novo ser cheio do Espírito Santo (Jo 16.13; Rm 8.9; Ef 5.18; II Pe 1.21; I Jo 2.20,27). Como membros da igreja evangélica Assembléia de Deus, pioneira na prática pentecostal, ensinamos a atualidade e a necessidade, para o serviço, do batismo no Espírito Santo , operação dos dons espirituais, e a evidência do fruto do Espírito na vida do obreiro. Cremos ser línguas estranhas a evidência inicial de que a pessoa foi batizada no Espírito Santo.

Defendemos também o direito, baseadas na tradição histórica e pioneira da nossa denominação e também por entender que possuímos base bíblica, de continuar a chamar esta segunda experiência de batismo no Espírito Santo, em vez de “plenitude”, “enchimento”, “santificação” ou qualquer outra nomenclatura usada por grupos recentes pentecostais, por carismáticos, por neo-pentecostais ou por não pentecostais. Ensinamos também que a manifestação do Espírito Santo através das línguas, profecia, interpretação, dons de cura, palavra de sabedoria, discernimento de espíritos ou outros dons, são essenciais ao serviço ministerial.

 

O Homem

Ensinamos que o homem foi criado por Deus em sua imagem e semelhança. O homem foi criado livre do pecado, com uma natureza racional, intelectual, volitiva e moralmente responsável perante Deus. (Gn 2.7; 15.25; Tg 3.9).Ensinamos que a intenção de Deus na criação do homem foi que este pudesse glorificá-lo, mantendo comunhão com Ele e fazendo a Sua vontade (Is 43.7; Cl 1.16; Ap 4.11).

Ensinamos que no pecado de desobediência de Adão, o homem perdeu sua inocência, trazendo a penalidade da morte física e espiritual, tornando-se merecedor da ira de Deus. Assim a queda de Adão deixou o homem totalmente incapaz de escolher ou fazer o que é aceitável diante de Deus. Com a natureza pecaminosa e sem poder que o capacite a recuperar-se por si só, o homem ficou irremediavelmente perdido. A sua salvação é unicamente através do trabalho redentivo de Jesus Cristo (Gn 2.16,17; 3.1; Jo 3.36; Rm 3.23; 6.23; I Co 2.14; Ef 2.1-3; I Tm 2.13-14; I Jo 1.8).

Ensinamos que pelo fato de todos os homens procederem de Adão, todos herdaram a sua natureza corrompida, sendo Jesus a única exceção. Todos os homens são pecadores por natureza, escolha e ação individual ( Sl 14.1-3; Jr. 17.9; Rm 3.9-18,23; 5.10-12).

Salvação

Ensinamos que a salvação é totalmente pela graça de Deus, fundamentada na redenção de Jesus Cristo, no mérito do seu sangue derramado, e não por méritos pessoais ou obras (Jo 1.12; Ef 1.7; 2.8-10; I Pe 1.18,19). Ensinamos que a justificação (Rm 8.33) é um ato pelo qual Deus declara justos todos aqueles que através da fé em Jesus arrependeram-se dos seus pecados (Lc 13.3; At 2.38; 3.19; 11.18; Rm 2.4; II Co 7.10; Is 55.6,7) e confessam-no como Soberano Senhor (Rm 10.9,10; I Co 12.3; II Co 4.5; Fp 2.11). Esta justiça é separada de qualquer virtude ou obra humana (Rm 3.20; 4.6), e consiste em aceitar o sacrifício vicário de Jesus para a redenção dos nossos pecados (Cl 2.14; I Pe. 2.24) e imputar a justiça de Cristo a nós (I Co 1.30; II Co 5.21).

Ensinamos que a regeneração é um trabalho sobrenatural do Espírito Santo através do qual uma natureza e uma vida divina é dada (Jo 3.3-7; Tt 3.5). É instantânea e executada unicamente pelo poder do Espírito Santo através da instrumentalidade da Palavra de Deus (Jo 5.24), quando o pecador arrependido, responde em fé à divina provisão da salvação. A genuína regeneração é manifestada por frutos dignos de arrependimento ao se demonstrar atitudes e condutas condizentes com o testemunho cristão. É através da regeneração, ao receber uma nova natureza, que o homem se habilita a viver uma vida que vença ao pecado e agrade a Deus (Jo 3. 3-7; I Co 6.19-20; Ef 2.10; 5.17-21; Fp 2.12; Cl 3.16; II Pe 1.4-10).

Ensinamos de acordo com as Assembléias de Deus no Brasil, a doutrina da eleição condicional, a qual é baseada no exercício individual do livre arbítrio de cada homem. Entendemos ser a eleição um ato baseado na presciência de Deus, pelo qual Ele escolheu em Jesus Cristo para a salvação todos aqueles que de antemão sabia que O aceitariam, isto é, somos eleitos em Cristo, porque decidimos aceitá-lo (Ef 1.4; I Pe 1.1,2; II Tm 1.9).

Ensinamos ser a eleição baseada na presciência divina, sendo conseqüência de uma fé prevista por Deus. (Discordamos da eleição incondicional do Calvinismo, onde a fé é fruto e evidência da eleição – os indivíduos são eleitos para crer, e não porque hão de crer). De acordo com o nosso ensino, a eleição incondicional fere o senso de justiça de Deus e a responsabilidade do homem. Como falar em julgamento onde não houve exercício da liberdade? Além do mais vemos na Bíblia que Cristo morreu por todos os Homens, (I Tm 2.4,6; Hb 2.9; I Jo 2.2; II Pe 3.9), sendo a vontade divina que todos sejam salvos (Mt 11.28; Rm 10.13).  Estes convites seriam hipocrisia divina se a aceitação deles dependesse unicamente de uma assistência eficaz por parte de Deus. E o que fazer com exortações que inspiram a atividade missionária e a pregação do Evangelho a todas os perdidos? Retiraríamos da nossa Bíblia Mc 16.15,16? Assim sendo, na eleição condicional Deus e o homem cooperam mutuamente no processo de salvação (Sinergismo - que o homem é ativo na conversão podemos ver pelas seguintes passagens: Is 55.7; Jr 18.11; Ez 18.23-32; 33.11; At 2.38; 3.19; 17.30). As seguintes referências sustentam a nossa posição da eleição condicional: Mt 7.24; Mt 25.34-40; I Sm 2.30; Jo 3.10; Mt 10.32; 11.28; Mc 8.38; 11.3,6; Lc 9.23; At 2.21; 10.43; 17.30; Rm 1.16; 10.13,14; I Tm 2.3,4; Ap 3.20; 22.17.

Ensinamos que cada crente, no mesmo instante em que aceita a Jesus é declarado posicionalmente santo. Esta santidade não poderá ser confundida com a santificação progressiva, mas é uma posição, não tendo nada a ver com a sua presente condição (At 20.32; I Co 1.2,30; 6.11; II Ts 2.13; Hb 2.11; 3.1; 10.10,14; 13.12; I Pe 1.2).

Ensinamos também que através da operação do Espírito Santo, há uma santificação progressiva, pela qual se procura igualar o padrão presente de comportamento ao do estado posicional de santidade. Através da obediência à Palavra de Deus e através do poder do Espírito Santo, o crente é capaz de viver uma vida de santificação progressiva, na qual vai crescendo mais e mais, até a estatura de varão perfeito (Ef 4.13; Jo 17.17,19; Rm 6.1-22; II Co 3.18; I Ts 9.3-4; 5.23).

Ensinamos que cada pessoa salva está envolvida em um conflito diário (a nova criação em Cristo guerreia contra a carne). Ressaltamos que a provisão para a vitória é conseguida através do domínio do Espírito Santo (Rm caps. 7 e 8). O conflito contudo, entre a carne e o espírito, estará sempre presente (a menos que o crente morra ou seja arrebatado). Não aceitamos, portanto, a Teologia da erradicação do pecado da natureza humana, após a pessoa haver aceitado a Jesus, por entender que a mesma não tem fundamento escriturístico. O que o Espírito Santo faz não é a erradicação do pecado mas é providenciar vitória sobre o poder do pecado (Gl 5.16-25; Ef 4.22-24; Fp 3.12; Cl 3.9,10; I Pe 1.14-16; I Jo 3.5-9).

A Igreja

Ensinamos que todo aquele que colocar sua fé em Jesus Cristo, fará parte imediatamente da unidade do seu Corpo Espiritual, a Igreja (I Co 12.12,13), a qual é também chamada sua noiva (II Co 11.2; Ef 5.23-32; Ap 19.7,8); e da qual Cristo é a cabeça (Ef 1.22; 4.15; Cl 1.18). Ensinamos que a Igreja, o Corpo de Cristo, começou formalmente no dia de Pentecostes (At 2.1-21, 38-47) e Ela estará de pé (Mt 16.18) até que Cristo venha, e haja o seu rapto (I Co 15.51,52; I Ts 4.13-18).

Ensinamos que a Igreja é um organismo espiritual designado por Cristo, formada por todos os nascidos de novo na presente época (Ef 2.11 – 3.6). Entendemos que o estabelecimento e a continuidade das Igrejas locais é ensinada no Novo Testamento (At 14.23,27; 20.17,28; Cl 1.2; Fp 1.1; I Ts 1.1; II Ts 1.1). Ensinamos que os líderes devem dirigir a Igreja como servos de Cristo (ITm 5.17-22). E como eles tem a autoridade divina na direção da Igreja, espera-se que a congregação se submeta à sua liderança (Hb 13.7,17).

Ensinamos como padrão o sistema eclesiástico hierárquico utilizado pela Assembléia de Deus no Brasil. Os vínculos organizacionais se articulam a partir do nível municipal (igreja local – sede e suas congregações), nível estadual (Convenção Estadual), nível nacional (C.G.A.D.B.), nível internacional (Concílio Geral das Assembléias de Deus). Ensinamos que a igreja visível de Cristo é uma congregação de crentes batizados nas águas, que se associam por um pacto na fé e comunhão do Evangelho; que observam as ordenanças de Cristo e são governados por suas leis; que usam os dons, direitos e privilégios a eles concedidos pela Palavra (Mt 18.17; I Co 1.1-13; At 5.11; 8.11; At 11.21; I Co 4.17; 14.23; III Jo; I Tm 3.5; At 2.41,42; II Co 8.5; At 2.17; I Co 5.12; Ef 4).

Ensinamos que as duas ordenanças básicas da Igreja são o Batismo nas Águas, que deve ser ministrado por imersão total (Mc 16.16; Mt 28.19; At 2.38; 4.31; 8.12,16; 9.18; 16.15,33; Rm 6.3; Gl 3.27) e a Santa Ceia, que foi instituída pelo Senhor Jesus (Mt 26.17-19; Lc 22.14-23; Jo 13.30; I Co 11.23-26; I Co 5.7). Ensinamos que o propósito fundamental da Igreja se identifica com o de Deus, o qual é: procurar e salvar o perdido. Deste modo entendemos a razão prioritária de ser da Igreja, é de servir como agência de Deus na evangelização do mundo (At 1.8; Mt 28.19,20; Mc 16.15,16), e ser um canal na edificação de vidas que estão sendo aperfeiçoadas à imagem de Cristo (Ef 4.11-16; I Co 12.28; 14.12). Ensinamos que a igreja Assembléia de Deus procura se assemelhar em tudo aos padrões apostólicos do Novo Testamento, enfatizando tanto uma vida cheia do fruto como dons do Espírito. Por isto, ressaltamos a importância na Igreja local, de um aprofundamento na Palavra, balanceando com a procura dos dons, encorajando a todos os crentes que sejam batizados no Espírito Santo e falem em outras línguas (Gl 5.16-26; I Co 12-14).

Os Anjos

Ensinamos que os anjos são seres criados, não devem portanto ser adorados. Foram criados para servir e adorar a Deus (Lc 2.9-14; Hb 1.6,7,14; 2.6,7; Ap 5.11-14; 19.10; 22.9). Ensinamos que Satanás também é um anjo criado e autor do pecado. Ele mereceu o julgamento de Deus por rebelar-se contra seu Criador (Is 14.12-17; Ez 28.11-19). Na ocasião da sua queda levou consigo muitos anjos (Mt 25.4; Ap 12.1-14) e foi responsável direto quando tentou Eva e o pecado foi introduzido na raça humana (Gn 3.1-15).

Ensinamos que Satanás e seus anjos são inimigos declarados de Deus e dos homens (Is 14.13,14; Mt 4. 1-11; Ap 12.9-10). Que ele é o Príncipe deste mundo, mas que tem sido derrotado através da morte e ressurreição de Jesus (Rm 16.20), e que será eternamente punido no lago de fogo (Is 14.12-17; Ez 28.11; Mt 25.41; Ap 20.10).

O Inferno

Ensinamos que o inferno é um lugar real e que é a habitação e a condição final dos pecadores. Assim como o céu é um lugar, tendo sua localização difinida, assim também é o inferno. Isso é visto pelo fato que é representado como possuidor de habitantes. Seus habitantes possuem alma e corpo (Lc 16,28; Ap 20.14; 21.8).O inferno é apresentado como lugar de tristeza e desespero (Lc 13.28; Mt 25.30)., lugar de infortúnio e tormento (Ap. 14.11; 20.10), lugar de trevas e degradação (Mt 25.30; Ap 22.11a). Ensinamos que quem vai para o inferno: Satanás e seus anjos (Mt 25.41), o anticristo e o falto profeta (Ap 20.10), os ímpios e incrédulos (Ap 21.8). Neste lugar, o castigo tem um caráter eterno (Mt 25.46; Mc 3.29; II Tes 1.9).

Doutrinas Escatologicas

A Morte

Ensinamos que a morte é a separação entre a alma e o corpo (Fp 1.23), e nela não está envolvida a perda da consciência imaterial (Ap 6.9-11), pois a alma do redimido passa imediatamente à presença de Cristo (Lc 23.4; Fp 1.23; II Co 5.8). Esta separação continuará até o rapto da igreja (I Ts 4.13-17), onde se dará a primeira ressurreição e onde ocorrerá a reunificação da nossa alma e corpo, os quais serão glorificados para sempre (Fp 3.21; I Co 15.35-44,50-54). Até aquele momento da glorificação, as almas dos redimidos em Cristo estarão gozando da comunhão com Ele (II Co 5.8).

Ensinamos a ressurreição corporal de todos os homens; os salvos para a vida eterna (Jo 6.39; Rm 8.10-11, 19-23; II Co 4.14); e os não-salvos para o julgamento e punição eterna (Dn 12.2; Jo 5.29; At 20.13-15).

Ensinamos que as almas dos não salvos, são guardadas sob punição até a segunda ressurreição (Lc 16.19-26; Ap 20.13-15), quando a alma e o corpo ressurretos serão unidos (Jo 5.28,29). Eles comparecerão então para julgamento diante do grande Trono Branco (Ap 20.11-15), e serão lançados ao inferno, no Lago de Fogo (Mt 25.41-46), e cortados da vida e da presença de Deus para sempre (Dn 12.2; Mt 25.41-46; II Ts 1.7-9).

O Rápto da Igreja

Ensinamos o retorno pessoal e corporal do Senhor Jesus Cristo antes dos sete anos da tribulação (I Ts 4.16; Tt 2.13), para transladar Sua Igreja da Terra (Jo 14.1-3; I Co 15.51-53; I Ts 4.15; 5.11), é entre esse evento de Seu retorno glorioso com os Santos, no fim do período da tribulação, que haverá o galardoamento dos crentes de acordo com suas obras, no evento que chamamos de “Bodas do Cordeiro” (I Co 3.11-15; II Co 5.10).

A TRIBULAÇÃO – Ensinamos que imediatamente após a remoção da Igreja da Terra (Jo 14.1-3; I Ts 4.13-18), iniciará um período de julgamento divino sobre o mundo descrente (Jr 30.7; Dn 9.23;12.1; II Ts 2.7-12; Ap 16). Este julgamento findará com o retorno de Cristo em glória (Mt 24.27-31; 25.31-46).

A Segunda Vinda e o Milênio

Ensinamos que, após o período da Tribulação, Cristo retornará à Terra e ocupará o trono de Davi (Mt 25.31; Lc 1.31-33; At 1.10-11; 2.29-30) e estabelecerá Seu Reino Messiânico por mil anos (Ap 20.1-7). Durante esse tempo, os Santos ressurretos reinarão com Ele sobre as nações (Ez 37.21-28; Dn 7.17-22; Ap 19.11,16). Este Reino será precedido pela vitória do Cordeiro sobre o Anticristo e o Falso Profeta, e pela remoção de Satanás do mundo (Dn 7.17-27; Ap 20.1-7). Enfatizamos que o Reino Milenar do Senhor será caracterizado por harmonia, justiça, paz, retidão e longa vida (Is 11; 65.17-25; Ez 36. 33-38). Este reino findará com a libertação de Satanás (Ap 20.7)

O Julgamento dos Perdidos

Ensinamos que após o Milênio, Satanás será solto (Ap 20.7), e enganará as nações da terra e as arregimentará à guerrearem contra os santos e a cidade amada. Neste ponto, Satanás e seu exército serão destruídos por fogo vindo do céu (Ap 20.9). A seguir Satanás será lançado no lago de fogo e enxofre (Mt 25.41; Ap 20.10). E então Cristo, que é o juiz de todos os homens (Jo 5.22), julgará no Grande Trono Branco, os grandes e pequenos que ressuscitarão para serem julgados. Esclarecemos que esta é a ressurreição para julgamento dos que morreram sem salvação (Rm 14.10-13). Todos os ressurretos aqui serão julgados e condenados a uma punição consciente e eterna no lago de fogo (Mt 25.41; Ap 20.11-15).

A Eternidade

Ensinamos que, após o julgamento dos não salvos (Ap 20.7-15), os elementos desta terra serão destruídos (II Pe 3.10) e aparecerá um novo céu e uma nova terra onde habita a justiça (Ef 5.5; Ap 20.15, 21,22). A seguir, a Nova Jerusalém descerá dos céus (Ap 21.2) e será o local de habitação dos santos, onde gozarão a eterna comunhão com Deus (Jo 17.3; Ap 21.22).

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